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Rafael Mendez - Flight of the Bumble Bee & Mexican Hat Dance

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Mendelssohn's Concerto for violin in D menor

Sergei Nakariakov

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Sergei Nakariakov "Carnival of Venice"

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Método para Trompete Arban.

De Jean Baptiste Laurent Arban.

Método completo para trompete contendo, carta de digitação para instrumentos de válvulas (pistos), dicas de afinação, posição do bocal, ataque de notas, pequenas explicações sobre os primeiros estudos, estudos de ritmo e compasso, estudo de ligado, estudo de escala (maior, menor, cromatica) estudo de quiáltera, exercícios de modulação, apogeatura (dubla, simples ou longa e curta), exercícios de pontamento, trinato, estudos de intervalos, arpejos, ataque de língua triplo e duplo, 150 melodias clássicas e populares para o estudo do fraseado, 68 duetos para dois trompetes, 14 estudos característicos, 12 fantasias e árias variadas. Texto em inglês. Edição original do método com texto em inglês, francês e inglês. Ed. Carl Fischer.

link 01:
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Afinação no trombone

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Escalas com ligadura(Trombone)

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Flexibilidade no trombone

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Aquecimento no trombone

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Metodo para Trompete (Aquecimento)

Trompetistas: Baixem agora mesmo esse valioso método.

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Metodo para Bateria - F.Rossi



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Livro de Exercícios para Flauta Transversal

Tamanho: 400 KB
Livro(PDF) com vários excercícios para flauta transversal.

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A Era do Teclado Eletrônico

No mundo da música a mais recente novidade tem sido o teclado eletrônico. Há fabricantes globais do software conectado. A tecnologia foi incorporada nos sintetizadores, teclados portáteis, pianos digitais, órgãos, módulos de som, seqüenciadores, baterias, etc. Há controladores de teclado para órgãos clássicos e de teatro assim como sistemas de comunicação do teclado.


Seja na sala de aula ou na sala de estar é um divertimento fácil com a ajuda dos teclados eletrônicos. O teclado eletrônico pode ser qualquer um de muitas coisas - órgão, piano, sintetizador ou demonstrador. A maioria dos teclados eletrônicos podem ser ligados ao computador para experimentar a sensação de verdadeira multimídia.

O piano digital combina nele o som do piano acústico com o controle de um dispositivo eletrônico. Isto é feito, tocando as gravações digitais ao contrário ou produzindo amostras de diferentes sons enquanto o músico pressiona várias notas. Como no piano convencional, este modelo eletrônico responde ao toque do músico seja aumentando ou diminuindo o volume. Há também um pedal de sustentação.

Alguns teclados eletrônicos são mais pesados de modo que o músico tenha a mesma sensação de um piano acústico. O ponto principal é que os pianos digitais são incrivelmente mais baratos quando comparados aos seus primos mais velhos. Estes ocupam menos espaço e são mais fáceis de ajustar. Usando os fones de ouvido é possível praticar tarde na noite sem incomodar os familiares ou os vizinhos. Alguns modelos sofisticados incluem unidades de disco que permitem acompanhamentos orquestrais e até mesmo gravações.

Os teclados eletrônicos nos órgãos imitam os sons dos órgãos convencionais. Levando em conta o tamanho que é uma fração do órgão maior e do preço que é bem menor.

Os teclados eletrônicos alcançaram seu sucesso nos sintetizadores e nos demonstradores. Há muitos tipos de sintetizadores - facilidades para tocar de volta, gravações e criação de sons exóticos com controles sensíveis. Há bibliotecas volumosas de sons pré-programados disponíveis. A maioria dos sintetizadores e dos demonstradores são denominados multiimbral. Isto significa tocar para trás vários sons simultaneamente.

Outro nome a ser mencionado nesta idade moderna da música eletrônica é o MIDI ou `Musical Instrument Digital Interface`. É um tipo de linguagem padrão no mundo da música que permite que os teclados eletrônicos sejam interconectados e igualmente ligados ao computador. Os softwares de música são uma obrigação para os estudantes de harmonia e composição.

Os teclados eletrônicos portáteis são compactos, leves e fáceis de carregar. Possuir um é um divertimento realmente interessante. As caixas de som são construídas internamente dispensando assim caixas externas. Estes são os camaleões do mundo da música e podem mudar o seu caráter trazendo sons de uma dúzia de instrumentos à vontade do músico - piano, órgão e até bateria.

O mercado de teclados eletrônicos está crescendo muito rapidamente. Os fabricantes responderam com uma mistura de produtos do teclado. O principal foi a promoção do teclado eletrônico através da publicação e do anúncio permitindo ao público tomar conhecimento sobre ele. Um alvo foi introduzir esta novidade entre os educadores de música sobre a tecnologia da música nas principais universidades dos Estados Unidos. A criação de websites para esta finalidade aumentou o conhecimento das pessoas sobre teclados eletrônicos e certamente contribuiu para uma maior divulgação.

O mercado de teclados eletrônicos está crescendo muito rapidamente. Os fabricantes responderam com uma mistura de produtos do teclado. O principal foi a promoção do teclado eletrônico através da publicação e do anúncio permitindo ao público tomar conhecimento sobre ele. Um alvo foi introduzir esta novidade entre os educadores de música sobre a tecnologia da música nas principais universidades dos Estados Unidos. A criação de websites para esta finalidade aumentou o conhecimento das pessoas sobre teclados eletrônicos e certamente contribuiu para uma maior divulgação.

Uma parte importante de instrução da música é a tecnologia da música como pode ser vista no mundo em produções de televisão e filmes assim como na internet. A aprendizagem e a aplicação de teclados eletrônicos tornaram-se relativamente fáceis e o impacto é mais poderoso do que antes. Na idade de mudanças na eletrônica, na parte musical está acontecendo muita coisa durante a noite. Assim, atualizar é uma parte importante das publicações.

Este artigo também pode ser acessado a partir da seção de artigos da página http://www.polomercantil.com.br/violao.php
Sobre o Autor
Roberto Sedycias trabalha como consultor de informática para www.polomercantil.com.br

Texto retirado do site: http://www.artigos.com/artigos/exatas/tecnologia/a-era-do-teclado-eletronico-3427/artigo/

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Harmonia e Improvisação Vol. I - Almir Chediak

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Primeiro livro editado no Brasil sobre técnica de improvisação e harmonia funcional aplicada em mais de 140 músicas populares.

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Acordes, Arpejos e Escalas Para Violão e Guitarra


Neste livro, o autor mostra de forma clara e objetiva o inter-relacionamento entre acordes, arpejos e escalas, com suas digitações e aplicações, trazendo definitivamente para as mãos dos músicos brasileiros informações preciosas que até então eram pouco conhecidas ou de difícil acesso.


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PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA PARA A JUVENTUDE - 1º VOLUME

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Este livro, é um dos mais conhecidos da área de música no Brasil, creio que tenha sido lançado pela 1ª vez em 1979, e teve varias edições, é um trabalho voltado para a juventude das escolas com a intenção de orientá-la e facilita-lhe os conhecimentos exigidos pelos programas oficiais, uma vez que nele se encontra a matéria do Curso de Teoria Musical das Escolas de Música e Conservatórios, bem como noções ministradas nos estabelecimentos de ensino musical. O seu conteúdo:
DEFINIÇÃO:
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS 2. NOTAÇÃO MUSICAL: NOTAS, ESCALAS, PAUTA, CLAVES, VALORES 3. TÉCNICA E TEORIA: APRECIAÇÃO MUSICAL: HINOS E MÚSICAS


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MUPPET WARS

Mais um, esse flautista é massa! Não acham?

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FLIGHT OF THE BUMBLEBEE

Mais um de Flauta, a pedido!!

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BeatBox Flauta - Mario(Pedido-Carina)

Flautista fazendo um beatbox da música-tema de um dos mais famosos jogos da nintendo

(Super Mario-Bros)

>Esse vídeo é dedicado à Carina flautista, visitante assídua do nosso blog<

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Pozzoli – Guia Teórico-Prático

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Este método tem como finalidade, o exercício e aprendizado, da leitura musical, através de vários exemplos de grupos de notas, onde conforme o aluno segue o seus estudos,as lições, criam graus de dificuldade maiores e mais complexos, excelente para aqueles estudantes que estão iniciando na música , ele é dividido em duas partes, a 1º parte mostra toda a teoria inicial que o aluno necessita para começar os estudos musicais, enquanto a 2º Parte é o local onde ele vai por em prática o que aprendeu sobre como conseguir fazer uma leitura rápida e confiável da musica.



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Contraponto Modal

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Precisão e articulação das idéias, controle rigoroso dos detalhes e equilíbrio de um constante jogo de suaves e delicadas tensões e afrouxamentos são as qualidades que caracterizam o estilo polifônico de Palestrina e seus contemporâneos: Thomás Luís de Victoria e Orlando Lasso.
O conhecimento de contraponto embasa uma sólida cultura musical sem qual o não seria possível a análise e a interpretação das obras musicais renascentistas, ou até mesmo contemporâneas.
Este livro é um manual bastante objetivo, com informações condensadas, que apresenta os fundamentos do contraponto de forma eficiente e racional, deixando de lado outras abordagens, consideradas supérfluas e prolixas.

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Arranjo (Ian Guest)

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Ensina como escrever para variadas formações instrumentais, desde as técnicas simples até as mais sofisticadas. Mesmo tratando-se de um assunto complexo, o livro é de fácil assimilação, com exposição de um texto simples apoiado pela gravação dos exemplos. Este trabalho é apresentado em três volumes, incluindo um CD que acompanha o primeiro deles, com praticamente todos os elementos do livro, gravados por músicos de destaque no panorama brasileiro como Ricardo Silveira (violão), Cristovão Bastos (piano), Pascoal Meirelles (bateria), Carlos Malta (flauta e sax), Vittor Santos (trombone), entre outros.
Acompanha áudio do cd em mp3.



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CURSO COMPLETO DE TEORIA MUSICAL E SOLFEJO - 2º VOL.

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Mário Mascarenhas e Belmira Cardoso Método de teoria musical concebido em dois volumes, com todos os conceitos teóricos necessários ao aprendizado musical. Ao final de cada capítulo o estudante encontra um questionário, exercícios de teoria e de solfejo relativos a cada ponto abordado. Este segundo volume realça os seguintes tópicos: compassos compostos, leitura em clave de Dó, quiálteras, tons vizinhos, sinais de intensidade e tonalidades, entre outros.



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Parte1

Parte 2

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CURSO COMPLETO DE TEORIA MUSICAL E SOLFEJO - 1º VOL.

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Mário Mascarenhas e Belmira Cardoso Método de teoria musical em dois volumes, que reúnem todos os conceitos teóricos necessários ao aprendizado musical e, ao final de cada capítulo, um questionário, exercícios teóricos e de solfejo relativos a cada ponto abordado. Este primeiro volume realça os seguintes tópicos: notação musical, figuras de notas e de pausas, compasso, ponto de aumento, escalas, linhas suplementares, sinais de alteração, armadura de clave e intervalos.


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Parte 1
Parte 2

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Notas

Diferentes formas das notas para representar as durações

Nota musical é o termo empregado para designar o elemento mínimo de um som, formado por um único modo de vibração do ar. Sendo assim, a cada nota corresponde uma duração e está associada uma freqüência, cuja unidade mais utilizada é o hertz (Hz), a qual descreverá em termos físicos se a nota é mais grave ou mais aguda. Lembrando que o som fisicamente é uma onda (ou conjunto de ondas) que se propaga no ar com uma certa freqüência, sendo que se essas ondas estiverem com a freqüência na faixa de 20 a 20.000 Hz, o ouvido humano será capaz de vibrar à mesma proporção, captando essa informação e produzindo sensações neurais, às quais o ser humano dá o nome de som. As ondas com freqüência bem baixa (entre 20 e 100 Hz por exemplo, soam em nossos ouvidos de forma grave, e sons com freqüência elevada - por exemplo acima de 400 Hz, soam de forma aguda).




Representação das alturas através da posição da nota na pauta
As frequências propagam-se em intervalos definidos de tempo que as notas tem capacidade de sugerir, podendo ser mais longas (maior duração) ou mais curtas (menor duração). A grande maioria das notas empregadas na música possui duração e frequência determinadas, mesmo assim, existem notas indeterminadas em um, ou nos dois sentidos, o que não as faz deixar de serem também notas musicais. As notas podem combinar-se sendo tocadas ao mesmo tempo (definindo a harmonia), ou em seqüência (definindo a melodia), e se esses fatores, junto a alguns outros, forem combinados dentro de um determinado padrão lógico pelo intelecto humano, na forma de arte, dá-se a essa seqüência o nome de música.


Origem do nome das notas «dó ré mi fá sol lá si»
O nome das notas (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) tem a sua origem na música coral medieval. Foi Guido d'Arezzo, um monge italiano, que criou este sistema de nomear as notas musicais - o chamado sistema de solmização. Seis das sílabas foram tiradas das primeiras seis frases do texto de um hino a São João Baptista, em que cada frase era cantada um grau acima na escala. As frases iniciais do texto, escrito por Paolo Diacono, eram:
Ut queant laxis,
Resonare fibris,
Mira gestorum,
Famuli tuorum,
Solve polluti,
Labii reatum.
Tradução:
"Para que os teus servos possam cantar as maravilhas dos teus actos admiráveis, absolve as faltas dos seus lábios impuros".
Mais tarde ut foi substituído por do, sugestão feita por Giovanni Battista Doni, um músico italiano que achava a sílaba incômoda para o solfejo, e foi adicionada a sílaba si, como abreviação de Sante Iohannes ("São João"). A sílaba sol chegou a ser mais tarde encurtada para so, para uniformizar todas as sílabas de modo a terminarem todas por uma vogal, mas a mudança logo foi revertida.
As sílabas ut, ré, mi, fa, sol e la, chamadas vozes, não correspondiam a alturas absolutas na escala, mas apenas a graus num hexacorde. A altura das notas era designada por letras de A a G. A partir de um trecho escrito num modo eclesiástico qualquer, podia-se transpô-lo de uma quarta, quinta ou oitava sem modificar nenhuma das vozes sobre as quais o trecho seria cantado. Uma sequência ré-mi-fa transposta de uma quarta continuava a ser considerada ré-mi-fa, na solmização, e não sol-lá-si bemol como no sistema actual, embora fosse designada por G-A-Bb em vez de D-E-F. Mais tarde, nos países latinos, adoptou-se a designação "dó ré mi fá sol lá si dó" para representar "C D E F G A B C".
Nomenclatura das notas em línguas anglo saxônicas
Os países anglófonos mantiveram a utilização de letras para a nomenclatura das alturas musicais. As letras A, B, C, D, E, F e G são utilizadas para as alturas musicais lá, si, dó, ré, mi, fá e sol, respectivamente. Os países de língua inglesa utilizam os sinais # (em inglês: sharp, "sustenido") e b (em inglês: flat, "bemol") para representar as alterações cromáticas dessas notas.
Já os países de línguas germânicas utilizam, além das sete letras universais, a letra H, exclusivamente para a nota si natural, sendo a letra B utilizada para representar o si bemol. Nessas línguas, as alterações para as outras notas são feitas acrescentando-se a terminação is no lugar de # ("sustenido") e es para b ("bemol"). Nas notas lá e mi, representadas pelas letras A e E, respectivamente (as únicas vogais do conjunto), na terminação para representar bemol (por padrão es) há a contração da vogal que representa a nota e a vogal e do sufixo (As para lá bemol e Es para mi bemol; no entanto, Ases e Eses são lá dobrado bemol e mi dobrado bemol, respectivamente)
Portanto:
Ces (dó bemol), C (dó natural), Cis (dó sustenido)
Des (ré bemol), D (ré natural), Dis (ré sustenido)
Es (mi bemol), E (mi natural), Eis (mi sustenido)
Fes(fá bemol), F (fá natural), Fis (fá sustenido)
Ges (sol bemol), G (sol natural), Gis (sol sustenido)
As (lá bemol), A (lá natural), Ais (lá sustenido)
B (si bemol), H (si natural), His (si sustenido)
Retirado do endereço: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nota




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Cannadian Brass-The Flight of the Tuba Bee

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Teoria da Música(Livro)

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A palavra teoria significa : Princípios gerais e fundamentais de qualquer arte ou ciência.
Teoria da Música, no sentido mais amplo, é o conjunto de todos os conhecimentos teóricos em música. No ensino tradicional, separamos conhecimento teóricos específicos, dando-lhes os nomes: Harmonia, Contraponto, etc..Teoria da Música, no sentido original, ensina princípios básicos e fundamentais em música.
Domínio seguro e total destes princípios básicos é indispensável para todo músico , qualquer que seja a sua especialidade.
Este Livro procura ser o mais sintético possível, apresentando somente o essencial, tornado-se assim mais um livro de apontamento ou manual, do que um livro propriamente dito. Apesar ser teórico, procuramos o máximo possível de aplicação prática.
Analisamos os livros existentes, constatamos que existem basicamente, duas escolas da teoria: a francesa e a alemã. Em certos aspectos, não existem concordância entre elas (por ex.:Teoria dos Compassos).
Para o uso escolar deste livro , recomendamos ao professor criar os testes correspondentes cada aula e aplicá-los rigorosamente e regularmente.



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JOEL BARBOSA(BIOGRAFIA)

JOEL BARBOSA iniciou seus estudos na Banda da Guarda Mirim Municipal de Piracicaba, SP, entidade de apoio à menores carentes. Graduou-se em clarineta pelo Conservatório de Tatuí, em 1985, e pela UNICAMP, em 1989. Durante seus estudos, atuou como professor e regente das Banda Municipal de Nova Odessa, Banda do Instituto Adventista de Ensino, Banda do Instituto Adventista de São Paulo, e Banda Jovem de Sumaré. Obteve o primeiro prêmio do VIII Concurso Jovens Instrumentistas do Brasil, Piracicaba. Foi premiado nos concursos de bolsas da VITAE e CAPES, através das quais obteve o grau de Mestre e Doutor em Artes Musicais (DMA), em 1992 e 1994, respectivamente, pela University of Washington, Seattle, EUA.



Sua dissertação de doutorado é sobre metodologia de ensino em grupo de instrumentos de banda. Como parte de sua dissertação escreveu o primeiro método de banda brasileiro para ensino em grupo. Tem dado cursos sobre esta metodologia no Programa Nacional de Bandas da Colômbia, Fundação Carlos Gomes do Pará, Festival de Campos do Jordão (Núcleo de Tatuí) e Encontros da Associação Brasileira de Educação Musical, ABEM, (Cuiabá, 1998, e Curitiba, 1999), e I Encontro Latino-Americano de Educação Musical, (Salvador, 1997). Os resultados de sua pesquisa nesta área foram apresentados no VII Encontro da ABEM (Recife, 1998), X Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música, (Goiânia, 1997); e XXVIII World Conference of International Society for Music Education, ISME (África do Sul, 1998, e Canadá, 2000). Atuou como regente de banda nos XVIII e XXX Festival de Campos do Jordão – Núcleo de Tatuí (1997 e 1999), XXVI Festival de Arte de Belém (1999) e Cursos de Monitores de Banda da Fundação Carlos Gomes (PA) em 1998 e 1999. Em 1995, atuou no CDMCC de Tatui como spalla da Orquestra de Sopros, professor de clarineta e regente no projeto de bandas iniciantes; e entre 1997-1999, como primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica da Bahia. Tem se apresentado como solista e camerista no Brasil, EUA, Áustria, Alemanha e Colômbia. Fez estréia de obras dedicada a ele de compositores brasileiro, alemão, japonês e norte-americano. Se referindo a uma de suas apresentações, o Eastsideweek (WA, EUA) disse que “ele se apresentou com estilo”, e o Journal American (WA, EUA) que “sua apresentação teve toque de autenticidade.” É membro do grupo Janela Brasileira, com quem recebeu o Prêmio COPENE de Cultura e Arte em 1997, lançando o primeiro CD do grupo, e Rumos Itaú Culturais Música, 2000. Atualmente, é Professor Titular da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, atuando como professor de clarineta e coordenador do Programa de Pós-graduação em Música (PPGMUS). Além disso, coordena um projeto de extensão da Escola de Música da UFBA, através do qual ensina instrumentos de banda para jovens dos Novos Alagados, bairro carente de Salvador. Neste projeto, realiza pesquisas na área pedagógica, desenvolve materiais didáticos para banda e treina alunos da UFBA para trabalharem com a metodologia de ensino coletiva de instrumentos de banda. Seus artigos têm sido publicados pela ABEM, ANPPOM, ISME e PPGMUS.

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MÉTODO DA CAPO

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Este método é planejado para o ensino coletivo, em grupo, de instrumentos de banda, porém pode ser utilizado no ensino individual. No ensino coletivo, pode ser usado com a banda completa ou parcial. O ensino em grupo estimula uma participação bem ativa dos alunos, pois eles se sentem parte de um grupo que em breve será uma banda. Ele também ajuda a desenvolver as habilidades musicais necessárias para se tocar em conjunto desde o início do aprendizado. O Método inclui lições para o aprendizado de instrumentos, ensino de teoria e desenvolvimento da percepção musical. O aluno terá contato com o instrumento desde as primeiras aulas, não necessitando aprender primeiramente teoria musical. A cada passo, ele aprende um novo ritmo, um novo elemento teórico (símbolo ou termo) e/ou uma nova nota no instrumento. Em seguida, pratica-os cantando e tocando em canções em uníssono, dueto, cânone e arranjo para banda. O método está dividido em três seções (páginas 1-9, 10-19 e 20-27 do Livro do Aluno). Ao final de cada parte deve-se realizar uma apresentação pública, incluindo pequenos grupos de câmera (duos, trios, quartetos, etc.) e a banda completa.

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Argemiro Correia (Maestro)

Argemiro Correia de Oliveira Neto, começou seus estudos musicais na Banda Municipal de Jaguaruana em 1991, em 1994 assume o cargo de regente da banda de música do Distrito de São José do Lagamar – Jaguaruana, passando por varias Bandas como a Banda Municipal de Icapuí, Sociedade Musical Santa Cicília e a Banda Municipal de Horizonte. Atualmente é Regente titular da Banda Municipal de Horizonte, da Banda de Música do ABC do Conjunto Palmeira, professor de Trompete do Conservatório de Música Alberto Nepomuceno, Cursa a faculdade de Bacharelado em Composição na Universidade do estado do Ceará –UECE. Ficou em 2º lugar no “Prêmio Maestro Alberto Nepomuceno”, categoria Jovem Regente – 2004.



Principais cursos que participou:


Curso de Reciclagem p/ Músicos e Mestres de Banda e

Técnica da Prática Musical e Regência de Banda
Local: Teatro José de Alencar –

Promovido Pela FunarteProfessor: Pe. Pedro Ferreira da Costa


Curso de Maestro de Banda de Música
Local: Corpo de Bombeiros Militar
Professor: Cap Walter Célio de Oliveira


Curso de Editoração de Partituras
Local: Instituto Dragão do Mar
Professor: Francisco Jardilino Maciel


Curso de Trompete
Local: III Festival Eleazar de Carvalho 2001
Professor: Naílson Simões


Curso de Gestão Para Maestros de Banda de Música
Local: Secretaria da Cultura e Desporto do Estado do Ceará
Professor: Francisco Eduardo Fideles Dutra


Curso Regência de Banda
Local: V Festival Eleazar de Carvalho 2003
Professor: Sandoval Moreno


Curso de Noções de Composição para Instrumentistas
Local: V Festival Eleazar de Carvalho 2003
Professor: Raimundo Pena Forte


Curso de Regência de Banda
Local: V Festival Eleazar de Carvalho 2004
Professor: Sandoval Moreno


Curso de Técnicas de Ensaio e Prática de Conjunto
Local: Painel Funarte de Bandas de Música
Professor: Roberto Farias


Curso de Técnicas de Regência
Local: Secretaria da Cultura do Estado do Ceará

Professor: Francisco Eduardo Fideles Dutra


2º Curso de Gestão Para Maestros de Banda de Música
Local: Secretaria da Cultura e Desporto
Professor: Francisco Eduardo Fideles Dutra


Curso de Harmonia e Improvisação
Local: Secretaria da Cultura do Estado do Ceará
Professor: Manoel Ferreira Lima


1º Curso de Didática Musical para Bandas de Música
Local: Secretaria da Cultura do Estado do Ceará
Professor: Francisco Eduardo Fideles Dutra


Curso de Treinamento Auditivo e Harmonia na Prática de Bandas
Local: Painel Funarte de Bandas de Música
Professor: Marcos Nogueira e Maria José Queiroz


Curso Básico de Harmonia
Local: Secretaria da Cultura do Estado do Ceará
Professor: Francisco Eduardo Fideles Dutra


Seminário “Na trilha do som: A música para o cinema”


Curso de Regência de Bandas de Música
Local: Município de Pindoretama

Professor: Francisco Eduardo Fideles Dutra


Capacitação para Maestros
Local: Secretaria da Cultura do Estado do Ceará
Professor: Francisco José Costa Holanda


Princípios Básicos de Arranjo e Orquestração para Regentes de Bandas
Local: Secretaria da Cultura do Estado do Ceará
Professor: Liduino José Pintombeira de Oliveira


Ficou em 2º lugar no “Prêmio Maestro Alberto Nepomuceno”, categoria Jovem Regente - 2004

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Bona (Método de Divisão Musical)

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Este método tem uma finalidade especifica: foi composto exclusivamente para os alunos se adestrarem com facilidade à interpretação da leitura das várias formas rítmicas dos agrupamentos constituídos da métrica musical. Divide-se em 3 partes:
1º Parte: Trata dos ritmos elementares em ordem progressiva, usando só a forma do compasso quaternário simples.
2º Parte: Desenvolve se com formas rítmicas variadas, empregando diversas espécies de compassos simples e compostos mais em uso.
3º Parte: Trata da recapitulação , com formas rítmicas mas rebuscadas, inserindo diversas ornamentações , cadencias, abreviações e formas de repetição.


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A arte da improvisação (Nelson Faria)

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É a primeira obra do gênero editada no Brasil. O livro ensina, de forma clara e objetiva, como improvisar através do estudo de frases jazzísticas, representando um passo à frente em termos de material didático sobre o tema. A parte teórica é dissecada em sua totalidade e a parte prática conta com o recurso da fita cassete que acompanha cada exemplar do livro. Ali estão gravadas bases de violão e guitarra tocadas pelo autor com arranjos programados pelo computador. O estudante pratica tocando seu instrumento juntamente com o tape, podendo acompanhar 15 progressões de acordes, licks, arpejos e solos indicados no livro, com a preocupação didática do autor em gravar todas as frases melódicas em andamento rápido e lento. Assim, o músico menos preparado disporá de maior comodidade técnica para desenvolver-se.


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Nelson Faria(BIOGRAFIA)


O guitarrista Nelson Faria nasceu em Belo Horizonte, no ano de 1963 e mudou-se cedo para Brasília, onde aprendeu a tocar violão com o professor Sidney Barros (Gamela). Aos vinte anos foi para Los Angeles cursar o G.I.T (Guitar Institute of Technology), onde teve mestres como Joe Pass, Scott Henderson e Frank Gambale, entre outros. Ainda em L.A. teve aulas particulares com o mestre do "Chord Melody" Ted Greene.



De volta ao Brasil, Nelson Faria se tornou um dos violonistas mais requisitados para shows, gravações e workshops por todo o país e no exterior.
Até agora, participou em mais de 50 cd’s. Nelson já tocou e/ou gravou com artistas como Ivan Lins, Gonzalo Rubalcaba, Lisa Ono, Milton Nascimento, Edú Lobo, Paulo Moura, Nivaldo Ornelas, Ana Caram, Mauricio Einhorn, Nico Assumpção e Wagner Tiso, entre outros.

Em 2001, morou seis meses em New York, onde participou do "BMI Jazz Workshops" e teve como professores Manny Albam, Jim McNeely e Michael Abene. Como educador, Nelson lecionou por doze anos na Universidade Estácio de Sá, e deu workshops e clinicas no International Association of Jazz Educators, Berklee College of Music, Manhattan School of Music, University of South California, Guitar Institute of Technology, entre outros. Nelson Faria assina uma coluna mensal na revista Guitar Class falando sobre música brasileira.

Nelson Faria participou da gravação de cinco cd's, sendo dois solos e três em co-autoria com José Namem, Carol Saboya e Nico Assumpção e Lincoln Cheib. De 1991 a 2002 publicou quatro livros didáticos, sendo dois pela Lumiar e dois pela Sher Music.

Discografia
1993 Ioiô Perfil Musical
1998 Beatles, um Tributo Brasileiro Solo Music
1999 Janelas Abertas Lumiar Discos
2000 Três/Three Independente
2002 Nelson Faria Independente

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Alberto Nepomuceno(BIOGRAFIA)

Alberto Nepomuceno (1864 -1920)nasceu no dia 6 de julho de 1864, em Fortaleza, filho de Vitor Augusto Nepomuceno e Maria Virgínia de Oliveira Paiva. Foi iniciado nos estudos musicais por seu pai, que era violinista, professor, mestre da banda e organista da Catedral de Fortaleza. Em 1872 transferiu-se com a família para Recife, onde começou a estudar piano e violino.
Durante sua juventude, manteve amizade com alunos e mestres da Faculdade de Direito do Recife, como Alfredo Pinto, Clóvis Bevilácqua, Farias Brito. A Faculdade, nessa época, era um grande centro intelectual do país; por lá fervilhavam idéias e análises sociais de vanguarda, como os estudos sociológicos de Manuel Bonfim e Tobias Barreto, além das teorias darwinistas e spenceristas de Silvio Romero. Foi Barreto quem despertou em Nepomuceno o interesse pelos estudos da língua alemã e da filosofia.


Tornou-se um defensor atuante das causas republicana e abolicionista no Nordeste, participando de diversas campanhas. Entretanto, não descuidou de suas atividades como músico, assumindo, aos dezoito anos, a direção dos concertos do Clube Carlos Gomes de Recife. Atuou também como violinista na estréia da ópera Leonor, de Euclides Fonseca, no Teatro Santa Isabel.
De volta ao Ceará com a família, ligou-se a João Brígido e João Cordeiro, defensores do movimento abolicionista, passando a colaborar em diversos jornais ligados à causa.. Devido às suas atividades políticas, seu pedido de custeio ao governo imperial para estudar na Europa foi indeferido .
Em 1885, Nepomuceno mudou-se para o Rio de Janeiro, indo morar na residência da família Bernadelli. Deu continuidade aos seus estudos de piano no Beethoven Club, onde se apresentou ao lado de Arthur Napoleão. Pouco tempo depois, foi nomeado professor de piano do clube, que tinha em seu quadro funcional, como bibliotecário, Machado de Assis.
A língua é minha pátria
No dia 4 de agosto de 1895, Nepomuceno realizou um concerto histórico, marcando o início de uma campanha que lhe rendeu muitas críticas e censuras. Apresentou pela primeira vez, no Instituto Nacional de Música, uma série de canções de sua autoria em português. Estava deflagrada a guerra pela nacionalização da música erudita brasileira. O concerto atingia diretamente aqueles que afirmavam que a língua portuguesa era inadequada para o bel canto. A polêmica tomou conta da imprensa e Nepomuceno travou uma verdadeira batalha contra o crítico Oscar Guanabarino, defensor ardoroso do canto em italiano, afirmando: "Não tem pátria um povo que não canta em sua língua".
A luta pela nacionalização da música erudita foi ampliada com o início de suas atividades na Associação de Concertos Populares, que dirigiu por dez anos (1896-1906), promovendo o reconhecimento de compositores brasileiros. A pedido de Visconde de Taunay, restaurou diversas obras do compositor Padre José Maurício Nunes Garcia e apoiou compositores populares como Catulo da Paixão Cearense.
A sua coletânea de doze canções em português foi lançada em 1904 e editada pela Vieira Machado e Moreira de Sá. O garatuja, comédia lírica em três atos baseada na obra homônima de José de Alencar, é considerada a primeira ópera verdadeiramente brasileira no tocante à música, ambientação e utilização da língua portuguesa. Os ritmos populares também estão presentes nesta obra, como a habanera, o tango, a marcação sincopada do maxixe, o lundu e ritmos característicos dos compositores populares do século XIX, como Xisto Bahia, além das polcas de Callado e Chiquinha Gonzaga.
Dentre suas obras, além de várias peças para piano, piano e voz e coro, destacam-se as ópera Abul (1905), Artemis (1898), Electra (1894) e a inacabada O Garatuja, as peças orquestrais Série Brasileira (1888, sendo a última delas o Batuque) e a Sinfonia em Sol menor (1893).
Em 1907 iniciou a reforma do Hino Nacional Brasileiro, tanto na forma de execução quanto na letra de Osório Duque Estrada. No ano seguinte, a realização do concerto de violão do compositor popular Catulo da Paixão Cearense, no Instituto Nacional de Música , promovido por Nepomuceno, causou grande revolta nos críticos mais ortodoxos, que consideraram o acontecimento "um acinte àquele templo da arte".
Ainda como incentivador dos talentos nacionais, atuou junto a Sampaio Araújo para editar as obras de um controvertido compositor que surgia na época : Heitor Villa-Lobos. Nepomuceno chegou a exigir que as edições de suas obras, distribuídas pela Casa Arthur Napoleão, contivessem, na contra-capa, alguma partitura do jovem Villa-Lobos

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Olavo Bilac(BIOGRAFIA)


Olavo Bilac (Rio de Janeiro RJ, 1865-1918) começou os cursos de Medicina, no Rio, e Direito, em São Paulo, mas não chegou a concluir nenhuma das faculdades. Em 1884 seu soneto Nero foi publicado na Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro. Em 1887 iniciou carreira de jornalista literário e, em 1888, teve publicado seu primeiro livro, Poesias.

Nos anos seguintes, publicaria crônicas, conferências literárias, discursos, livros infantis e didáticos, entre outros. Republicano e nacionalista, escreveu a letra do Hino à Bandeira e fez oposição ao governo de Floriano Peixoto. Foi membro-fundador da Academia Brasileira de Letras, em 1896. Em 1907, foi o primeiro a ser eleito “príncipe dos poetas brasileiros”, pela revista Fon-Fon.
De 1915 a 1917, fez campanha cívica nacional pelo serviço militar obrigatório e pela instrução primária. Destaca-se em sua obra poética o livro póstumo Tarde (1919). Parte das crônicas que escreveu em mais de 20 anos de jornalismo está reunida em livros, entre os quais Vossa Insolência (1996). Bilac, autor de alguns dos mais populares poemas brasileiros, é considerado o mais importante de nossos poetas parnasianos. No entanto, para o crítico João Adolfo Hansen, "o mestre do passado, do livro de poesia escrito longe do estéril turbilhão da rua, não será o mesmo mestre do presente, do jornal, a cronicar assuntos cotidianos do Rio, prontinho para intervenções de Agache e a erradicação da plebe rude, expulsa do centro para os morros".

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Antônio Francisco Braga(BIOGRAFIA)


Antônio Francisco Braga (1868 – 1945),nasceu no Rio de Janeiro, no dia 15 de abril de 1868, foi músico, maestro, compositor sinfônico e professor da Escola Nacional de Música. Ingressou aos 8 anos, por proteção do Alto Tamandaré, no Asilo de Meninos (atual Instituto João Alfredo) de onde saiu aos 21 anos, em 14 abr 1888. Ali, integrando a banda escolar, aprendeu a tocar vários instrumentos e, a compor em 1887, concluiu o curso de clarineta com Antônio Luís de Moura em 1886, tendo também sido aluno de Carlos de Mesquita (harmonia e contraponto). Freqüentou o Conservatório Imperial de Música, no Rio. De 1890-1900 .Em 1890 participou do concurso oficial para a escolha do novo Hino Nacional brasileiro, classificando-se entre os quatro primeiros colocados e, com isso, obteve bolsa de dois anos para estudar na Europa. Foi então para Paris, onde estudou composição com Jules Massenet e, posteriormente, fixou residência em Dresden, Alemanha, tendo tirado 1º lugar em concurso no Conservatório de Música em Paris, cidade onde realizou concertos com música brasileira.


Influenciado pelo compositor alemão Wagner, decidiu compor uma obra de maiores proporções, utilizando recursos cênicos, vocais e orquestrais. Assim, baseado em novela de Bernardo Guimarães, compôs Jupira, ópera em um ato, que dirigiu pela primeira vez no Teatro Lírico do Rio de Janeiro em 1900, ano da sua volta ao Brasil. Dois anos depois foi nomeado professor do Instituto Nacional de Música, no Rio. Em 1905 compôs o Hino à Bandeira, cujos versos são de Olavo Bilac. Suas composições primavam pelo bom acabamento e leveza de técnica, sem complexidade aparente, marca de sua formação francesa. As inúmeras composições de marchas e hinos lhe valeram o apelido de "Chico dos Hinos".Em 1908 compôs, a partir de temas nacionais, a música para O contratador de diamantes, drama de Afonso Arinos, e em 1909, na inauguração do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, foi apresentado em primeira audição seu poema sinfônico Insônia. Em 1912 participou da fundação da Sociedade de Concertos Sinfônicos, da qual se tornou diretor artístico e regente, permanecendo à frente da orquestra por vinte anos. Presidente perpétuo da Sociedade Pró-Música e fundador do Sindicato dos Músicos, Francisco Braga foi escolhido como Patrono da Cadeira de número 32 da Academia Brasileira de Música. Foi consagrado, por Dec. 62.863 de 10 mar 1968, o patrono das Bandas de Música e Marcial da Marinha de Guerra, por haver delas sido professor, ensaiador e por vezes regente, de 17 abr 1905 – 27abr 1931, ou por mais de 22 anos. Ele atingiu as culminâncias de Arte Musical e foi uma das glórias ou uma espécie de Patriarca da Música Brasileira..,.. Compôs o famoso Pranto a Bandeira em que extravasou sua dor pela catástrofe de 21 jan 1906 do encouraçado "Aquidabã", na baia de Jacuacanga, em Angra dos Reis. Composição que executou na então Banda de Música do Corpo de Marinheiros Nacionais em 1912, quando do falecimento do Barão do Rio Branco e mais tarde, a bordo do paquete "Ubá", que transportou desde Dakar, os corpos de 121 vítimas da gripe espanhola, integrantes da Divisão Naval de Operações de Guerra (D.N.O.G.) enviado pelo Brasil para auxiliar o esforço de guerra aliada. Francisco Braga nasceu e faleceu no Rio, em 15 abr e em 17 mar 1945. É glória do Instituto João Alfredo

Obras do Autor
Missa de S. Francisco Xavier (s.d.)
Missa de S. Sebastião (s.d.)
Te Deum (s.d.)
Stabat Mater (s.d.)
Trezena de S. Francisco de Paula (s.d.)
A Paz, poema com coro (s.d.)
Oração pela Pátria, poema com coro (s.d.)
Trio, para piano, violino e violoncelo (s.d.)
Dois Quintetos) (s.d.)
Quarteto para instrumentos de sopro (s.d.)
Virgens Mortas, canção com letra de Olavo Bilac (s.d.)
Trovador do Sertão, para canto e orquestra (s.d.)
Hino à juventude brasileira (s.d.)
Hino à Paz (s.d.)
Paysage (1895)
Cauchemar (1896)
Brasil, marcha (1898)
Marabá, poema sinfônico, sua primeira obra com temática nacional (1898)
Episódio Sinfônico
Jupira, ópera (1898)
A Pastoral, episódio lírico (1903)
Hino à Bandeira Nacional (1905)
Canto de Outono, para orquestra de arcos (1908)
O Contratador de Diamantes, música incidental (1908)
Insônia, poema sinfônico (1908)
Anita Garibaldi, ópera (1912-1922)


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A Bandeira do Brasil


Um pouco da história da nossa Bandeira
Quando surgiu: A Bandeira do Brasil foi adotada pelo decreto no 4 de 19 de novembro de 1889. Este decreto foi preparado por Benjamin Constant, membro do Governo Provisório
Quem foram os responsáveis pela sua criação: A idéia da nova Bandeira do Brasil deve-se ao professor Raimundo Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil. Com ele colaboraram o Dr. Miguel Lemos e o professor Manuel Pereira Reis, catedrático de astronomia da Escola Politécnica. O desenho foi executado pelo pintor Décio Vilares.


As cores:
As cores verde e amarelo estão associadas à casa real de Bragança, da qual fazia parte o imperador D. Pedro I, e à casa real dos Habsburg, à qual pertencia a imperatriz D. Leopoldina
Círculo interno azul:
Corresponde a uma imagem da esfera celeste, inclinada segundo a latitude da cidade do Rio de Janeiro às 12 horas siderais (8 horas e 30 minutos) do dia 15 de novembro de 1889.
As estrelas:
Cada estrela representa um estado da federação
Todas as estrelas t&êm 5 pontas
As estrelas não têm o mesmo tamanho; elas aparecem em 5 (cinco) dimensões: de primeira, segunda, terceira, quarta e quinta grandezas. Estas dimensões não correspondem diretamente às magnitudes astronômicas mas estão relacionadas com elas. Quanto maior a magnitude da estrela maior é o seu tamanho na Bandeira.
A faixa branca:
Embora alguns digam que esta faixa representa a eclíptica, ou o equador celeste ou o zodíaco, na verdade a faixa branca da nossa bandeira é apenas um lugar para a inscrição do lema "Ordem e Progresso". Ela não tem qualquer relação com definições astronômicas.
O lema "Ordem e Progresso":
É atribuído ao filósofo positivista francês Augusto Comte, que tinha vários seguidores no Brasil, entre eles o professor Teixeira Mendes.
Quando foi modificada:
Foi modificada pela Lei no 5443 (Anexo no 1) de 28 de maio de 1968
Foi modificada pela Lei no 5700 de 1 de setembro de 1971
Foi modificada pela Lei no 8421 de 11 de maio de 1992
Você conhece a legislação que rege a forma e o uso da Bandeira do Brasil?

A forma e o uso das bandeiras nacionais é, em geral, regido por regras bastante severas. As suas dimensões, sua forma, suas cores, enfim toda a sua geometria, é regulamentada por alguma lei. No caso da Bandeira do Brasil, é a lei no 5700 de 1 de setembro de 1971 que "dispõe sobre a forma e a apresentação dos símbolos nacionais".
Note que esta lei fala dos "símbolos nacionais" ou seja, ela rege o uso e as formas da bandeira, hino, armas e selo nacionais.
Segundo a lei 5700, seção II, temos
SEÇÃO II - Da Bandeira Nacional
Art. 3o
§ 1o - As constelações que figuram na Bandeira Nacional correspondem ao aspecto do céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889 (doze horas siderais) e devem ser consideradas como vistas por um observador situado fora da esfera celeste. [Parágrafo alterado pela Lei 8421, de 11/05/1992]
§ 2o - Os novos Estados da Federação serão representados por estrelas que compõem o aspecto celeste referido no parágrafo anterior, de modo a permitir-lhes a inclusão no círculo azul da Bandeira Nacional sem afetar a disposição estética original constante do desenho proposto pelo Decreto no 4, de 19 de novembro de 1889 [Inclusão de parágrafo pela Lei 8421, de 11/05/1992]
§ 3o - Serão suprimidas da Bandeira Nacional as estrelas correspondentes aos Estados extintos, permanecendo a designada para representar o novo Estado, resultante de fusão, observado, em qualquer caso, o disposto na parte final do parágrafo anterior. [Inclusão de parágrafo pela Lei 8421, de 11/05/1992]

Curiosidade: As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D.Pedro I, idealizador da Bandeira do Império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto, o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil.
Letra:

HINO À BANDEIRA NACIONAL

Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.


Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito varonil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.


Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito varonil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amados,
Poderoso e feliz há de ser.


Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


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HISTÓRIA DO HINO DO CEARÁ

Segundo referência feita por José Liberal de Castro (no livro "AlbertoNepomuceno e o Ceará", 1995), "o hino cearense nasceu a partir de decisão tomada por intelectuais cearenses, quando resolveram festejar solenemente o tricentenário da fundação do Ceará, assim considerada pela vinda dos primeiros portugueses ao nosso território, tendo à frente Pero Coelho de Sousa, ocorrida em 31 de Julho de 1603, o marco cronológico mais antigo da história cearense". Ainda de acordo com o relato de José Liberal de Castro, o Barão deStudart, presidente da comissão organizadora dos festejos, pediu a Alberto Nepomuceno que compusesse o Hino do Ceará, cuja execução figuraria como evento triunfal das comemorações. Ao enviar-lhe a partitura musical, mandou-lhe acompanhada de carta dirigida ao Barão de Studart, publicada no jornal de Fortaleza, então em circulação, "A República", edição de 29 de Julho de 1903, com tópicos a seguir reproduzidos:"Com esta, segue copia do hino, letra e música, e verá que meu intuito foi escrever um hino para o povo e para as escolas. Em primeiro lugar, é minha opinião que a aceitação por um povo de um canto comemorativo de fatos históricos ou que simbolize aspirações de raças e regimes, depende de um dado momento histórico. Em segundo lugar, um canto nestas condições será aceito, ainda quando a educação artística do povo for outra que não a do nosso, ou quando a etnologia tenha fornecido ao artista compositor os elementos de tal ordem, que opovo aceite o canto como um produto seu."Com letra de Thomaz Pompeu Ferreira Lopes, orquestração e regência do maestro Zacharias Gondim, o Hino do Ceará foi executado pela primeiravez no dia 31 de julho de 1903, por um coro de alunas da Escola Normal de Fortaleza e acompanhado pela Banda do Batalhão de Segurança Públicado Ceará, em sessão solene realizada na Assembléia Legislativa do Ceará, presidida pelo Presidente do Estado, Dr. Pedro Augusto Borges.

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Joaquim Osório Duque-Estrada (Mini BIOGRAFIA)


Joaquim Osório Duque-Estrada ( nome completo ) nasceu em Pati do Alferes ( RJ ) a 29 de abril de 1870 e faleceu a 05 de fevereiro de 1927, na Cidade do Rio de Janeiro. Filho do Tenente-Coronel, Luiz de Azevedo Coutinho Duque-Estrada e Dna. Mariana Delfim Duque-Estrada, era afilhado do General Osório, Marques do Herval, de quem recebeu o segundo nome. Cursou o Colégio Pedro II onde, em 1887, Silvio Romero o distinguiu entre os alunos prefaciando o seu primeiro livro de poesias, Alvéolos. Recebeu o grau de bacharel em letras em 1888.

Publicou 27 livros – poesias, didáticos, peças teatrais, conferências, traduções e libretos de operas – destacando além de Alvéolos, Flora de Maio, A Arte de Fazer Versos e A Abolição, este com prefácio de Rui Barbosa.
Foi critico-literário, mantendo por muito tempo a secção “ Registro Literário “ no “Correio da Manhã”, no “Imparcial” e no “Jornal do Brasil”.
Em 1888 escreveu os primeiros ensaios como um dos auxiliares de José do Patrocínio na campanha da abolição. Nesse ano alistou-se nas fileiras republicanas, ao lado de Silva Jardim, entrando para o Centro Lopes Trovão. Em 1891dedicou-se à diplomacia sendo nomeado 2º Secretário de Alegação, no Paraguai. De 1893 a 1896, morou em Minas Gerais, onde foi redator do “Eco de Cataguazes”.
Destacou-se no magistério como professor e inspetor-geral de ensino, até o ano de 1902, quando foi nomeado regente interino da cadeira de História Geral e do Brasil no Colégio Pedro II. Voltou à imprensa e colaborou com quase todos os jornais do Rio de Janeiro.
Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1915, na vaga de Silvio Romero, sendo o segundo ocupante da cadeira nº 17, que tem como patrono, Hipólito da Costa. Seu discurso de posse foi respondido por Coelho Neto.
Em outubro de 1909 elaborou o seu “Projeto de Letra Para o Hino Nacional Brasileiro” , aprovado oficialmente, por Decreto em 06 de setembro de 1922, véspera da comemoração do centenário da Independência.
Os belos e patrióticos versos do nosso glorioso Hino Nacional, magnificamente adaptados à música de Francisco Manuel da Silva, composta em 1822, consagrou para sempre o nome de Osório Duque Estrada, como bem se expressa Roquete Pinto, seu sucessor na Academia Brasileira de Letras: “Seu pensamento há de palpitar por entre gerações: a gente pequenina, hoje mais feliz que a do meu tempo, pode cantar o Hino de Francisco Manuel”. Retirado do site: http://www.miniweb.com.br/cidadania/hinos/historia/hist_hino_nacional.html

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Francisco Manuel da Silva(Mini BIOGRAFIA)

Compositor, regente, violoncelista e professor, nasceu na Cidade do Rio de Janeiro, a 21 de fevereiro de 1795.
Começou a estudar música ainda menino com o padre José Maurício Nunes Garcia. Aos 10 anos passou a estudar violoncelo e, quatro anos depois ingressou como soprano no Coro da Capela Real. Em 1816, passou a estudar contra-ponto e composição. Em 1825, era o Segundo Violoncelo da Capela Imperial. A 14 de abril de 1831, no Teatro São Pedro de Alcântara foi executado um hino de sua autoria, que teria sido composto naquele ano para comemorar o “ 7 de abril “ ( abdicação de D. Pedro I ) e que, mais tarde, se transformaria no Hino Nacional Brasileiro. Segundo alguns autores, entretanto, o hino foi composto em 1822/1823, para comemorar a Independência do Brasil.
Em 1833, fundou a Sociedade Beneficência Musical, da qual foi eleito presidente. Em 1841, assumiu o cargo de Mestre Geral da Capela Imperial e em 1842, foi nomeado, Mestre Compositor da Capela Imperial. Ocupou cargos de direção de vários teatros e companhias líricas.
Alem de outros hinos, compôs música instrumental, música vocal e um repertório extenso de música sacra.
Foi condecorado com a “Ordem Rosa”, no grau de Oficial, em 1857.
Em 1863 realizou o lançamento da pedra fundamental da sede do Conservatório de Música. Sua última música foi “Peça para soprano, harpa, harmônio e orquestra” executada na Igreja São Francisco de Paula.
Faleceu a 18 de dezembro de 1865, vitima de Tísica Laringopulmonar. Retirado do site: http://www.miniweb.com.br/cidadania/hinos/historia/hist_hino_nacional.html

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A Evolução do Hino Nacional Brasileiro

Ata de aprovação da partitura
para piano e canto


Símbolo sagrado da Pátria, tal como a própria Bandeira, o Hino Nacional Brasileiro, de Francisco Manuel da Silva – escrito em 1822/23 ou, segundo outros autores, em 1831 – e que a 6 de setembro de 1922, foi oficialmente adotado pela República, já com letra de Joaquim Osório Duque Estrada, não tem sido preservado com a dedicação e o carinho que deveria merecer de todos os brasileiros. Basta dizer que o próprio Museu Histórico Nacional não possuía uma única gravação do Hino Nacional Brasileiro, que foi, entretanto, registrado mais de 30 vezes por algumas das mais famosas orquestras e bandas brasileiras e até, internacionais, por exemplo, temos como execuções históricas a da Orquestra Sinfônica Brasileira, regida pelo Maestro Eugen Szenkar, a da Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com coro, regidos por Heitor Villa-Lobos, a da Banda do Corpo de Bombeiros, Banda do Corpo de Fuzileiros Navais, Banda Internacional, etc. Existem também gravações curiosas, como a do tenor Vicente Celestino, e a de Paulo Gracindo – em que este declama a letra de Duque Estrada.



História do Hino Nacional Brasileiro
O Hino Nacional Brasileiro, segundo alguns autores, foi composto para comemorar a independência da nossa Pátria. Se Francisco Manuel não o escreveu nos quatro últimos meses de 1822, deve tê-lo feito no decorrer de 1823, sendo que, neste último ano, a peça teve sua primeira execução oficial. O compositor ainda não chegara aos 30 – precisando melhor, deveria contar, então, com 27 ou 28 anos de idade.
Francisco Manuel da Silva, escreveu os primeiros compassos, no balcão de um armarinho situado na Rua Senador dos Passos esquina com Rua Regente Feijó.




Capa e Partitura Original para piano

Essa casa comercial era também o ponto de reunião de um grupo de amigos e cultores da música: Francisco Manuel; o cantor da capela imperial, mais tarde, cônego Zacarias da Cunha Freitas; Laurindo Rebelo, o célebre poeta “Lagartixa”; Bento Fernandes das Mercês; José Rodrigues Cortes; e o proprietário da loja, o clarinetista amador, José Maria Teixeira.
O compositor fez a música sobre uns versos do desembargador e poeta piauiense, Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva que circulavam entre os patriotas: “ Os bronzes da tirania / Já no Brasil não rouquejam / Os monstros que a escravizam / Já entre nós não vicejam / Eis se desata / Do Amazonas / Até o Prata "
Manuscrito Original


Por ocasião da abdicação de D. Pedro I, ocorrida a sete de abril de 1831, um hino começa a se popularizar sob o título de, Hino Sete de Abril. A música é de Francisco Manuel ; os versos, os de Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva. Associado a esses dois eventos de nossa história, o Hino Nacional Brasileiro – que inflama hoje, quando executado, a alma da nossa gente, mas atormenta os pesquisadores em particular – a qual data está realmente vinculado a 7 de setembro ou a 22 de abril ? Foi composto, enfim, em 1822/23, ou 1831?
Um novo acontecimento histórico, a coroação de D. Pedro II, e eis que a primitiva letra sofre uma adaptação para exaltar o soberano brasileiro: “Negar de Pedro as virtudes / Seu talento escurecer / É negar como é sublime / Da bela aurora, o romper”. Medíocre a versalhada, mas a musica só fazia crescer com o tempo no coração dos brasileiros.
Ao ser proclamada a República, os que pretendiam apagar todos os vestígios do Velho Regime, pensaram logo em substituir a música de Francisco Manuel, e não sossegaram enquanto não foi aberto um concurso para a escolha de um novo Hino Nacional Brasileiro.
Foi marcada para a tarde de 20 de janeiro de 1890 a escolha solene do melhor hino concorrente. Mas, no dia 4 desse mesmo mês, um vibrante artigo do critico musical, Oscar Guanabarino, abriu a questão em favor do velho hino de Francisco Manuel. Argumentava que o Hino Nacional Brasileiro, nunca fora considerado pelo povo como o hino de D. Pedro II, mas como o Hino da Pátria. E perguntava a Deodoro: “Marechal, nos campos do Paraguai, quando ‘a frente das colunas inimigas a vossa espada conquistava os louros da vitória e as bandas militares tangiam o Hino Nacional. Qual era a idéia, o nome que acudia a vossa mente no instante indescritível de entusiasmo – Pátria ou o Imperador ? E apelava : “Decidi portanto,digno cidadão, de acordo com a resposta da vossa consciência”. No mesmo dia Deodoro, declarava pessoalmente a Guanabarino: “Li o seu artigo e estou de pleno acordo”. Quando, no dia 15 de janeiro, a Marinha – tida, por alguns, como monarquista - foi saudar o Ministro Wandenkolk e o novo Governo, no Palácio Itamarati, o Major Serzedelo, em nome da imprensa e do povo, fez um pedido a Deodoro: que o antigo Hino Nacional fosse considerado o da Pátria. O Marechal deu um sinal de assentimento a Benjamim Constant, e este declarou que o Hino Nacional seria conservado, “como o da Nação Brasileira” . Logo depois as bandas de música do Exercito e a do 23º de Infantaria atacaram o Hino de Francisco Manuel e Deodoro comovido, foi aclamado no meio de um delírio geral. E “ O Pais “ dois dias depois, Guanabarino comentando o ocorrido, exortava os milhares a guardar “ esse hino que ouviste na infância. Ele representa uma idéia nobre, um nome respeitável, encerra a história de vossas glórias e atesta a vossa gratidão “. E como não era mais possível ao Governo Provisório, cancelar o concurso, ficou resolvido que este apontaria, não o Hino Nacional Brasileiro – que continuava sendo o de Francisco Manuel – mas o Hino da Proclamação da República.
E foi assim que, ‘as 13 hs., do dia 20 de janeiro de 1890, no Teatro Lírico, diante de Deodoro, com seus ajudantes de ordens, dos Ministros, do Interior, da Justiça, da Guerra e da Agricultura, foram executados, sucessivamente, por banda regida por Carlos de Mesquita, os quatro hinos finalistas : de Francisco Braga, J. Queirós, Alberto Nepomuceno e Leopoldo Miguez. Repetidos e – ‘a execução do de J. Queirós – muito aplaudidos, a Comissão Julgadora, (Alfredo Bevilaqua, Frederico do Nascimento, Carlos de Mesquita, Paulo Porto Alegre e Miguel Cardoso ) confirmou o veredicto do público, concedendo a palma ao hino de Leopoldo Miguez, que, como os demais, fora feito sobre os versos de Medeiros e Albuquerque. Deodoro e os ministros assinaram então, os decretos de oficialização do Hino Nacional e do Hino da Proclamação da República, e retornaram ao camarote, de onde o Ministro do Interior fez a respectiva leitura. A banda repetiu o hino escolhido e, a pedido do público, foi também executado o hino de Francisco Manuel, o que iria produzir no público presente uma emoção indescritível. Confirmava-se assim, entre todos, a impressão do Marechal Deodoro, o qual, ao ouvir pela primeira vez, o hino de Miguez, dissera “ Prefiro o velho “......
Ao Hino Nacional, só faltava uma letra a altura. O escritor Coelho Neto, em 1906, subiu a tribuna da Câmara dos Deputados e propôs que se fizesse, para ele, “um poema condigno” Em 1908, o Ministro da Justiça, Dr. Augusto Tavares de Lira, nomeou uma comissão para rever esse Hino, integrada por Alberto Nepomuceno, então Diretor do Instituto Nacional de Música, e dos maestros, Francisco Braga e Frederico Nascimento Sugerida a abertura de um concurso para a escolha da melhor letra, e autorizado o governo a criar um prêmio de Dois Contos de Réis, vários poemas concorreram, destacando-se o de Joaquim Osório Duque Estrada.
Data de outubro de 1909 o seu “ Projeto de Letra Para o Hino Nacional Brasileiro “, cujos versos iniciais eram os seguintes: “ Ouviram do Ipiranga às margens plácidas / Da Independência o brado retumbante / E o sol da liberdade, em raios fúlgidos / Brilhou no céu da pátria nesse instante “.
Em 1916, o poeta introduziu modificações no poema. A 21 de agosto de 1922, o Decreto nº 4.559 autorizou o Poder Executivo a adquirir a propriedade dos versos, e a seis de setembro do mesmo ano – isto é, na véspera do dia em que se comemorou o Centenário da Independência, o Decreto nº 15.671, declarava oficial essa letra. O Deputado Lourenço Baeta Neves, a 23 de junho de 1936, apresentou um projeto de lei que tornava obrigatório o canto do Hino Nacional nas escolas primárias e nos estabelecimentos de ensino normal, em todo o país. A promulgação do Decreto nº 259, de 1º de outubro de 1936, pelo Presidente, Getulio Dorneles Vargas, além da obrigatoriedade “nos estabelecimentos de ensino mantidos ou não pelos poderes públicos“, consagrou a orquestração de Leopoldo Miguez; a instrumentação para bandas, do 2º Tenente Antonio Pinto Junior do Corpo de Bombeiros do então, Distrito Federal, no tom original de si-bemól; e, para canto, em fá, o trabalho de Alberto Nepomuceno.

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